Para: Vanderlan
Não me marcastes a ferro quente
Antes escrevestes à caneta teu nome em minha mão
Para que a tinta fugaz fosse sugada por meu coração
À querias misturada a meu sangue percorrendo todo meu corpo(de ilusão)
em desejo ardente (de paixão)
Porém, quando hoje acordei
e ainda deitada
Notei em minha palma palavra apagada
E bocejando pensei:
-Antes tivesses marcado a ferro quente meu coração
Pois, assim, eu hoje saberia quem escreveu na minha mão.
Cristina Lino do Nascimento
alguma coisa de 2001
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